Nada, nada… nada.

agosto 6, 2010

É, estou sumido, eu sei. Não é porque eu não queira escrever, mas, não sei muito bem sobre escrever. Tenho nos rascunhos, daqui do wordpress, vários fragmentos de posts que quase terminei.
Sumi porque resolvi parar de escrever esses posts desesperado que andei escrevendo. Cansei.
Resolvi me motivar por outra coisa na vida que não a tristeza. Não penso em abandonar o blog, gosto muito dele, mas ando meio indeciso sobre o que escrever. Bem resolvi que hoje sairia do silêncio, e faria um post. Mesmo que sobre o nada.
Sinto saudades dos momentos que sentava para escrever meus posts e dos poucos gatos pingados que deixavam aqui um comentário.
Espero que esse post seja o inicio do meu retorno ao blog.
Ps: Esse post tá uma bagunça, é muito chato formatar direito o texto nessa telinha QVGA.

Tudo está bem.

março 28, 2010

Está tudo bem. Acho que vou adoecer, as dividas estão me esperando. Tenho que entregar o TCC, tenho que escrever meu artigo, tenho que trabalhar, tenho que estudar. Mas tudo está bem.

Estou feliz. Pode estar dando tudo errado na minha vida mas estou feliz.

Porque tudo isso? Porque eu decidir ser feliz, eu decidi sorrir.

E nada vai me forçar a voltar a ficar com minha expressão séria.

Te (Des) Espero.

março 28, 2010

Tenho que admitir. Não é facil me aturar. Essa mania romantica lirico-semiológica explosiva combinada com meu jeito confuso de me comunicar e com a extrema franqueza. É, eu devo assustar. Mas se é assim, desse jeito confuso, poético, forte, que eu sei gostar não significa que esse jeito seja o meu certo? É. O jeito é jogar essa mania de ser romântico no lixo. Ou então é sentar e esperar. Porque, aliás, é uma de minhas especialidades: Esperar pela volta de algo que já dou por perdido.

Subidas e descidas.

fevereiro 18, 2010

Esse post eu faço pra celebrar a simplicidade da vida. Pode parecer um pouco estranho pra quem me conhece eu afirmando isso. Mas eu senti que hoje eu deveria escrever dessa forma.
O que exatamente eu tenho em mente é: sobre os momentos da vida. Pode parecer clichê falar em momentos da vida, mas eu não consegui outro modo de definir todo o tempo que copreende entre o antes de ocorrer certo fato e o depois da ocorrência do mesmo fato, esse depois , entenda, compreende o tempo até onde dura as consequências deste fato.
OK, agora que já expliquei , de forma nebulosa admito, o que são os tais momentos da vida. Sigo adiante, e afirmo: o de melhor nisso tudo é a simplicidade como esses momentos alteram os significados que damos as pessoas.
É só pensar um pouco, quando vamos ao cinema acompanhado de alguém, essa situação nos faz gostar mais ou menos dessa pessoa. Depende muito de como foi essa experiência para nós, como nós a significamos. Consequentemente, então, as pessoas que gostamos ou amamos “sobe” ou “desce” no nosso conceito somente pela vivência que tivemos com elas. Pra isso, as vezes nem precisamos vê-la, basta uma conversa no messenger, por exemplo, para mudarmos a nossa estima por essa pessoa.
Pensar nisso torna coisas que as pessoas acham tão sublimes ou complicadas como o amor ou a amizade, por exemplo, muito simples: as pessoas das quais gostamos são com as quais tivemos bons momentos juntos, as quais nos agradam as ações.
Porque então, desejar algo mais do que bons momentos?
Querer mais que isso é esperar muito das pessoas, já que ninguém é obrigado a ser de um jeito que você goste ou que elas tenham que gostar de você. O importante mesmo, não é ficar buscando ser amigos das pessoas, pois entender como esses momentos funcionam é dificil, e só deixa acontecer as experiências e deixar que elas sejam por si só boas ou ruins.
Daqui a uma semana eu devo achar muito estranho eu ter escrito algo tão positivo assim, mas eu não consegui ignorar a vontade de escrever sobre isso quando percebi como todas as pessoas que eu conheço sempre estão subindo e descendo ininterruptamente na forma como as estimo.

2010 começou bem.

fevereiro 12, 2010

No segundo semestre de 2009, eu tenho que admitir que mudei um tanto na forma como eu me comporto. Por isso, resolvi fazer um inventário de como anda sendo o feedback das pessoas que eu conheço (principalmente das novas pessoas que eu conheci), agora no inicio de 2010, em relação a mim. Obviamente não citarei nomes. Somente citarei os termos e frases que usaram pra me definir.

Vejamos, de acordo com as pessoas eu: Sou ignorante, Insensível aos sentimentos alheios, Gosto de ser sozinho, “pra casar”; Falo como se as pessoas soubessem do que estou falando, tenho mania de fingir quem não sou, não sei ser feliz e falo muita besteira.

E pra terminar vou colocar aqui as minhas três frases favoritas que me disseram esse ano: “A unica coisa que eu sei sobre ti é que tu é um Egoísta”, “Pra que se esforçar tanto pra fingir que quer algo que tu não quer?”, “Você odeia tanto a si mesmo que que não consegue amar os outros”.

Vamos ver como é que vai ser daqui pra frente.

Espontâneo.

fevereiro 9, 2010

Eu vejo a barrinha piscar, me dizendo que o computador aguarda que eu aperte as teclas para enviar os comandos para adicionar os caracteres correpondentes a cada tecla.
Só não sei o que escrever, por isso estou escrevendo qualquer coisa que me vem a mente.
Enquanto escrevo escuto The Offspring, a cada som da guitarra sinto um certo ânimo, bem diferente do nada de sempre que sinto. Paro. Um momento. Olho para a porta do meu quarto, lembro da confusão que o fato da porta estar quebrada me meteu, rio sozinho…
Somente pra logo depois voltar a ficar sério, lembrei do nome que alguns anos atrás havia na frente da porta, logo afasto os pensamentos nostálgicos da mente. Me sinto bem agora, muito bem, escrevi novamente.
Os tão raros sonhos que tenho, em alguns segundos, aparecem e somem da minha mente. Me inspiro a este ano lutar por eles. Segundos passam. Os sonhos, agora, parecem somente um monte de besteiras. Me pergunto: “o que há comigo?”, não é de agora que não dou muito valor a muitas coisas, só que agora aparentemente tudo, simplesmente se tornou sem importância.
Após escrever esse último paragráfo, paro por um minuto olho pro teto, limpo a mente. Penso: “Esse foi só mais um outro dia.”

Não deixe.

dezembro 10, 2009

Olá poucos leitores do meu blog que certamente desaparecem por causa de minha ausência. Venho vos dizer que não tenho atualizado porque tem me faltado as palavras e a vontade de escrever ultimamente. Caso um de vocês tenha a vontade de perguntar “Porque isso?”, vou logo adiantar a resposta: eu não tenho muita certeza do porque. Sim, eu tenho algumas desconfianças mas o porque exato não sei. De qualquer forma, para aproveitar este post, deixo-os com alguns pensamentos recentes acerca dessa falta vontade de escrever:

Deixei de escrever. Não, não deixarei de escrever. Se perdi a inspiração pra escrever, a partir de hoje escreverei para me inspirar. Se perdi a vontade de escrever, escreverei sobre a falta de vontade. Se não escrevo porque perdi minha musa, escreverei sobre essa minha desgraça. Se já não tenho pensamentos para serem transcritos, transcreverei meus atos. Se já não há quem leia meus textos, farei o dialogo entre textos. Não, não deixarei que nada nem ninguém me impeça de escrever. Posso escrever textos ruins, desinteressantes, que só eu mesmo entenda e goste. Mas nem mesmo isso me impedirá de continuar a escrever. Nunca deixe que lhe retirem a atividade em que você põe suas paixões. No meu caso, é a escrita.

Do metafísico ao positivo.

outubro 24, 2009

É, anda muito dificil postar esses dias.. porque? porque simplesmente ando pensando pouco, pouco pra quantidade de costume. Meu tão adorado hábito de pensar no metafísico está sumindo. Por hora tô cansado de pensar tanto e não ver bons resultados, não pelo menos os que eu quero. Pois então passemos ao “empirismo” e vejamos no que vai dar. Se eu pelo menos deixar de perder tudo o que eu gosto, já vai ser um grande avanço.

Muito Obrigado

outubro 13, 2009

Muito obrigado por todas as vezes que me apontaram o dedo, pois foi assim que vi o que deveria ser. Muito obrigado pelas vezes que fui chamado de burro, assim pude ver que tudo que eu sabia não era util pra aqueles que ouviam. Muito obrigado por ter sido chamado de anti-social, assim vi que não importa nossas particularidades ao interagir com os outros pois devemos interagir sempre do jeito que as pessoas desejam. Agradeço ainda por ser chamado de desatento, pois só assim vi que devo me importar com o que é vital para os outros e não pra mim. Fico agradecido por ter sido chamado idiota, só depois disso pude entender que ser quem você quer, não necessariamente é o melhor para o próximo. Agradeço por ter sido chamado de chato, porque só assim ficou claro que eu não sou suficiente para o mundo. Acima de tudo agradeço por ter sido sempre visto como menos capaz que os outros, pois assim pude ver que o meu eu de antes, não era o suficiente para ser alguém.
Só me arrependo de todos os elogios que recebi. Pois daqueles que me chamaram de inteligente tive que ouvir que era incapaz. Dos que me chamaram de divertido tive que ouvir que sou monótono. Dos que me chamaram de interessante tive que ouvir que sou antiquado. Dos que disseram pra mim: “Tú é muito paciente”, tive que ouvir que sou muito intolerante.
Doravante, perseguirei não os elogios, mas sim me aperfeiçoar baseado nas criticas. Se com isso eu puder colocar um sorriso sincero no rosto de alguém, minha missão estará cumprida.

O desenvolvimento.

setembro 30, 2009

Parte final da história, eu iria dividi-la em duas parte para que eu pudesse desenvolver melhor… mas para fins de objetividade, cortei alguma coisas que poderiam parecer acessórias e transformei numa parte só.

A dúvida, ela foi a responsável pela ressurreição do homem que acreditava. Quando ele se levantou e se deu conta que em seu lugar vivia um controlador, não havia outro jeito além de tentar derrubar este manipulador que era como qualquer um outro: não acreditava na sinceridade. Mas por acreditar na paz, resolveu não fazer briga, tentou entender esse ser manipulador lhe perguntando:
-Me diga, porque tu vive dessa forma? Achando que todos devem submeter-se a tua vontade?
Com a voz fria, o controlador, lhe respondeu:
-Eu sou assim, porque é unica forma de se conseguir o que se deseja. E tu que não acredita, me diga, o que tu conseguiste além de tristeza?
-É verdade, consegui muitas tristezas e decepções, mas uma coisa nunca conseguirei: agir de ma fé com as pessoas. Pois posso até ter quebrado a cara, mas sempre fui sincero e busquei o correto.
-E do que adianta isso, se o preço é ser sozinho?
-Se ser sozinho for o preço de ter a cabeça tranquila, não temo em ser sozinho.
-Pois eu nunca serei assim, tenho o que tu não tivestes: popularidade, aceitação e sucesso.
-A preço de que?
-A preço nenhum, só fiz o que era preciso para conseguir. Posso não ter sido completamente sincero, mas a quem interessa a verdade se é melhor ouvir o que lhe é conveniente?

O homem que acreditava, não tinha resposta para essa pergunta, pela primeira vez sentiu que poderia estar errado, que a sinceridade poderia não ser necessária para conseguir o amor incondicional. Percebendo o silêncio de seu interlocutor, o homem que controlava prosseguiu:
-Se calas é porque percebes que para fazer certas coisas precisamos ser a pessoas certa, o que quer dizer que não necessariamente precisamos ser nós mesmos.
-Podes até estar certo, mas te pergunto: tu iria conseguir viver com alguém não sendo tu? tendo que sempre sustentar tua mentira? será que isso é um relacionamento?

O homem que controlava, ficou pensativo nessa hora, concentrado no pensamento amargo de que na verdade ele não tinha amizades, pois todos que o conheciam, não o conheciam, na verdade conheciam uma falsa imagem dele.
A conversa entre os dois se estendeu por um mês… um mês no qual estes dois homens dividiram uma mesma existência, enquanto os dois dialogavam e coexistiam, a dúvida ia se fortificando deste debate, quanto mais conversavam mais os dois percebiam que estavam tanto certo quanto errados. Quando os dois homens já estavam cansados de debater e de olhar para as suas próprias existências, a dúvida levantou a voz e decretou:
-Vocês dois, seres errôneos, já que não são capazes decidirem-se quem vocês querem ser, eu me apodero de suas existências nesse momento. A partir de agora vocês não irão mais nem acreditar e nem manipular, e sim duvidar. Duvidar de quem vocês são, do que querem e do que vocês podem.

Com o barulho e o desespero que a dúvida causou nos dois homens, o corpo onde eles viviam, acordou. A mente deste corpo, com susto, pensou um milhão de coisas em um segundo, no segundo posterior tudo foi silêncio, seguido o silêncio veio uma frase: “A dúvida é minha unica certeza.”
Com esse pensamento, a mente destruiu a dúvida, pois quando ela não pôde ser dúvida, tornou-se nada e de certa forma o tudo.
Já não havia mais a necessidade de só controlar ou só de acreditar. Pois havia se desenvolvido, dessas incertezas, a vontade de pensar. E foi só o que ocorreu dai pra frente, o pensar. Pensar em que acreditar? o que controla? o que fazer?
Para seguir em frente, só sobrou um corpo, um ser humano. E ele já não deseja só acreditar e nem só controlar… ele deseja e viver a sua humanidade: Pensar, viver a sua vontade e ser feliz. e só.

Bem e aqui ficamos, eu poderia até escrever mais… Só que a história já tão viagem, que acho melhor nem mexer nisso mais. Só pra lembrar que eu me baseei num sonho que eu tive. E pra ficar claro, esse fim, foi o tal do sonho, por isso que tá assim bem estranho esse fim. Apesar disso eu gostei de escrever essa história, porque eu senti que conseguir por na história tudo que eu tenho pensado nos últimos tempos, o duro vai ser alguém entender quando ler hehehe. Acho que tá bom de parábolas, melhor eu voltar aos meus posts de costume, porque eles eram coisa de gente normal.

Bem, já que eu dividi a história, resolvi colocar um outro nome nessa segunda parte, então ficaria como um 2º capitulo e não como seria antes, uma história só com um nome… deu pra entender o que eu estou falando? espero que sim. Bem sigamos em frente então:

…Mais conhecido como o homem que controlava, este novo homem já não simplesmente buscava a felicidade, ele manipulava, controlava para construir sua felicidade. Se as pessoas se afastavam dele, ele logo fingia ser de um jeito que não era para conseguir manter todos próximos, foi assim que ele se tornou um em cada lugar, com cada pessoa, em cada situação. O homem que controlava concluiu que a sua verdadeira personalidade era desnecessária, pois de nada lhe servia pra conseguir amizades. Sua opinião nunca mais foi ouvida por ninguém, pois ele a mantinha pra si e só falava o que cada um quisesse ouvir. O mundo passou a ser onde o Homem que controlava traçava seu planos e estratégias. Os peões desse jogo eram as pessoas, o objetivo era conhecer cada vez mais gente. O resto era só manipulação pra chegar nesse objetivo. Para ele logo, então, ficou claro que foi esse o erro que o homem que acreditava cometeu, ele não teve a situação sobre controle e se iludiu achando que o que você é interessa a alguém. O que importa é o seu objetivo. O caminho ate ele, você controla e molda conforme sua vontade, pois o que importa é conseguir e não como se consegue. Se você vence, como venceu logo é esquecido. O Homem que controlava, estava feliz, feliz com seu sucesso. Satisfeito com suas vitórias. Mas com nada é para sempre, essa satisfação não durou muito. Não durou, pois o homem que acreditava foi ressuscitado por sua nova grande aliada.

Acalmem-se ainda não acabou a história…. Planejo fazer uma parte 3 e talvez no máximo uma parte 4.

Dias 25,26/09/2009

setembro 27, 2009

Nesses dois dias, vivi coisas novas. Na verdade não fiz muita coisa além de quebrar o hábito e me permiti a interagir com novas pessoas em locais que antes eu rejeitava… bem, enquanto eu me divertia, eu escrevi uns pensamentos no meu celular.. trago aqui, porque.. nem sei porque pra dizer a verdade. Mas já que é tão prazeroso escrever aqui meus pensamentos, então porque não fazê-lo?

“Quando encaramos um mundo novo, encontramos dificuldades, nessas horas nos sentimos idiotas, por não conseguirmos nos encaixar. Mas quem já viveu o pior: viver só no seu mundo. Já se sentiu mais idiota que isso.”

“A Felicidade pode estar em algo novo. Nunca se sabe.”

“Dois dias, duas coisas novas, duas novas chances de achar a felicidade. Resultado? Duas novas felicidades. E a busca continua…”

Pra voltar de maneira triunfante de uma pequena “sumida” daqui do blog, escrevi bastante, dessa vez é uma parábola. Vale citar que minha inspiração foi um sonho que tive recentemente, e como me identifiquei bastante com esse sonho, fiz essa história. Com certeza tem muito de mim mesmo ai. Vou dividi-la em mais de uma parte pra não ficar tão gigante.

Um tempo atrás, existiu um homem, e ele acreditava. Acreditava na honestidade, na sinceridade, na dedicação e no amor incondicional.
Sua vida transcorreu de uma maneira em que, tudo lhe mostrava que não era bom acreditar nisso tudo, mas que era o certo acreditar. Quanto mais a vida lhe derrubava mais ele acreditava em ter um relacionamento humano com alguém, sem precisar ocultar ou manipular. Simplesmente ser si mesmo, sem falsidades. E assim ele seguiu, sempre tentando conhecer as pessoas agindo dessa forma. Apesar de sempre se aproximar das pessoas com boas intenções, tentando ser totalmente verdadeiro, as pessoas sempre se mantinham afastadas dele.
Em todos os momentos solitários, o homem que acreditava, pensava sobre isso e sempre se convencia que ele estava certo e as pessoas erradas por não viverem sendo sempre totalmente sinceras. O homem estava feliz pois possuía 1 ou 2 grandes amigos que com ele tinha uma amizade verdadeira e sincera. Mas ele não entendia porque isso o atrapalhava com as pessoas. Passou a não ligar para esse problema quando encontrou um grande amor, nesse amor tentou viver a sua crença. Ele acreditou ter conseguido, mas infelizmente esse amor, todo dia lhe mostrava que ele ainda estava muito longe de conseguir. Assim foi até que esse grande amor morreu. E sozinho, pela ultima vez, o homem que acreditava concluiu que não era capaz de alcançar a felicidade, pois quanto mais tentava, mais todos se afastavam dele e mais pra longe a felicidade se afastava. Foi neste dia que este homem, que viveu a sua vida de de maneira incrível, morreu. E no corpo que ele habitava, passou a viver outro ser. Mais conhecido como…
(Continua… )

É mais.

setembro 12, 2009

Em um arroubo de criatividade, criei esse “poema”, “prosa” ou seja lá o que for, nele tem um pouquinho de tudo que acredito. Deve tá um saco de se entender, porque escrevi ele pra mim mesmo. Mas enfim, espero que quem leia consiga resignificalo à sua realidade.

Ganhar é mais Mais coisas pra perder
Perder é mais Mais coisas para ganhar
Viver é mais Mais coisas pra viver
Pensar é mais Mais alegria

Amor é mais Mais solidão
Solidão é mais Mais amor pra dar
Choro é mais Mais motivos pra sorrir
Sorriso é mais Mais motivos que nos farão chorar

Eu sou mais Mais o que eu quero pra você
Você é mais Mais, mais e mais o que eu quero pra mim

Hiatus

setembro 7, 2009

As vezes apenas sumir pode ser uma boa solução para as coisas que fazem sentirmo-nos mal. Pois bem, simplesmente sumi de tudo por um tempo. E com isso ficou extremamente claro, o porque de eu estar me sentindo tão mal. Simplesmente, eu não fazia falta para nenhum de meus conhecidos. Tirando algumas exceções, a grande maioria se quer percebeu meu sumiço. Pode ter sido muito bom ficar “fora”, no entanto, ficar sem postar aqui foi bem difícil, fiquei feliz de ver o contador de visitas do blog, o qual me mostrou que houveram visitas enquanto estive fora. Pois bem, estou de volta agora. É bom voltar a pensar enquanto escrevo estas linhas.

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